sexta-feira, 3 de maio de 2013

Sobre proteção solar, maquiagem com FPS e misturinhas com o protetor

Faz uns dias vi um post onde a blogueira dizia ter testado um BB cream e não gostado do resultado, decidindo então fazer seu próprio creme multifuncional misturando protetor solar, base e primer. Dizia que ficou ótimo, pois oferecia "pele sequinha e protegida, com uma corzinha e poros comportados". Foi utilizado Minesol Oil Control FPS 30, uma base e o Porefessional.

Pode até ter ficado com o acabamento bom e ser prático, porém, a proteção ficou de alguma forma comprometida. Confesso que já cometi no passado o erro de fazer misturinha com o protetor usando base, mas depois de pesquisar melhor sobre o assunto, não acho que seja uma idéia tão boa. O porquê eu explicarei mais à frente, antes vou deixar algumas informações sobre protetores que eu acho interessante e também importantes para embasar a resposta.

Bob Esponja e Patrick ensinando o que acontece com quem
não se protege da radiação solar.

Como é medido o FPS? O que tal valor indica?

A maioria das pessoas sabe apenas que o FPS (Fator de Proteção Solar) é uma medida da proteção oferecida e que quanto maior o seu valor maior é a proteção, porém, não sabe dizer especificamente o que ele indica e de onde vem. Às vezes, até dermatologistas aparecem por aí nos meios de comunicação fornecendo informações inacuradas a respeito.

Para definir o que seria o FPS, vamor dar uma olhada no modo como ele é calculado para poder aparecer na embalagem. O FPS final de um produto é calculado a partir da média númerica dos valores de FPS obtidos individualmente em cada voluntário do teste. Chamaremos esse valor de FPSi, o qual pode ser calculado da seguinte maneira:


onde DME é a "Dose Mínima Eritematosa". Segundo a resolução da Anvisa que regula protetores solares
DME: dose mínima de radiação ultravioleta requerida para produzir a primeira reação eritematosa perceptível com bordas claramente definidas, observadas entre 16 e 24 horas após a exposição à radiação ultravioleta, de acordo com a metodologia adotada. 
A saber, eritema seria aquela vermelhidão por queimadura solar. De um modo beeeeeem simplicado, o teste para se obter o DME seria o seguinte:
  1. Aplica-se o protetor solar no voluntário, respeitando a quantidade de 2 mg/cm².
  2. Aguarda-se um intervalo de 15-30 minutos.
  3. Aplica-se a radiação no voluntário, variando-se a quantidade de radiação em pontos diferentes.
  4. Após um período de 16-24 h, identifica-se o ponto que apresentou eritema e que recebeu a menor dose de radiação, sendo esta dose considerada a DME.
Para a DME sem protetor, pula-se as etapas 1 e 2.

Digo modo simplificado porque o procedimento é bem rigoroso e há várias particularidades a serem levadas em conta no teste, como o fototipo dos participantes (I, II ou III), limites do espectro da fonte de radiação artificial a ser utilizada, intensidade da radiação e modo de aplicação, rigor na pesagem e aplicação, região a ser escolhida para aplicação do teste, etc. Quem tiver interesse em detalhes, pode consultar o International Sun Protection Factor (SPF) Test Method, um dos dois testes aceitos no Brasil (o outro é o do FDA).

No caso da proteção contra radiação UV-A (aquela que não é indicada na embalagem mas que pela regulamentação deve ser de no mínimo 1/3 do FPS oferecido contra UV-B), ao invés de eritema se mede o bronzeamento da pele. Os procedimentos e parâmetros do teste variam com relação ao teste do UV-B, mas o cálculo é parecido, sendo utilizada a "dose mínima pigmentária" no lugar da DME.

Vemos então que o FPS é um indicativo da proteção que o produto fornece baseando-se na quantidade de radiação necessária para que a pele da pessoa apresente eritema se comparado à exposição sem protetor. Como uma maneira de variar a quantidade de radiação é manter sua intensidade constante e variar o tempo de exposição em cada ponto (o que na prática resultaria numa relação de tempo), surgiu a idéia de que o FPS indicaria o tempo de exposição a mais que você estaria protegido de eritema. Seria algo como: se eu levo 10 minutos para me queinar no sol, usando um FPS 30 eu demoraria 30 vezes esse tempo para me queimar, vulgo, estaria protegida por 5 h (300 min) antes de ficar vermelha. Porém, como na vida real a intensidade da radiação não é constante ao longo do dia, tal conceito de tempo acaba não sendo muito acurado.

Enfim, desta descrição simplificada, é possível pegar dois pontos interessantes:


1) O valor do FPS informado na embalagem é vinculado à aplicação de 2 mg/cm²

Logicamente, aplicar uma quantidade menor de protetor leva a uma proteção menor, porém as pessoas não têm idéia de como essa redução afeta a proteção. Na tabela abaixo, pode-se observar os valores de FPS reais medidos variando-se a quantidade de produto aplicada e o fator de proteção mencionado na embalagem. Segue também um gráfico utilizando os dados da tabela.

Relação entre a quantidade de protetor solar e FPS real.
Fonte dos dados: Wulf, W.C. et al. Photodermatol Photo, 1997, v13, p.129-132



Como podem ver, a relação entre FPS e quantidade de produto não é linear, está mais para exponencial. Se eu tiver um produto com FPS 15, não é dobrando a quantidade de produto que eu automaticamente obtenho FPS 30.

Em vários lugares é divulgada a informação de que não vale a pena gastar dinheiro com protetor que tenha FPS acima de 30 porque é praticamente a mesma coisa, de onde veio isso? Tal informação leva em conta a quantidade de radiação filtrada por cada FPS, que seria calculada da seguinte forma:


No gráfico abaixo dá para visualizar essa baixa variação para FPSs acima de 30.


Usando os dados da tabela anterior, fiz os cálculos da porcentagem de radiação filtrada e montei outra tabela para dar uma perspectiva um pouco diferente:

Radiação filtrada de acordo com a quantidade de protetor aplicado.

Alguns dermatologistas dizem que a proteção dos FPS acima de 30 é igual e só muda o tempo de proteção, o que para mim nunca fez muito sentido, afinal, se um fator de proteção deixa passar mais radiação do que outro, para mim é bem claro que este está protegendo menos. Já vimos que essa definição do FPS como relação de tempo não é muito precisa mas, supondo que fosse, esse papo de "a proteção é igual, só muda o tempo" só valeria se você considerasse que a única coisa de que o protetor está te protegendo é de ficar vermelho, o que eu particularmente acho um conceito BEM limitado de proteção. Sem falar que também dá margem a interpretações do tipo "se eu me queimo em 10 minutos, com um protetor de FPS 50 eu posso ficar mais de 8 horas (500 minutos) protegido e não preciso reaplicar protetor nenhuma vez", o que não é verdade.

O que seriam os 2 mg/cm²? Existem uns métodos trabalhosos envolvendo cálculos como este mostrado no Future Derm (odiei ele ter feito o desfavor de converter as unidades do sistema internacional de unidades para o maldito sistema americano/inglês), onde se chega à conclusão de que seria 1/4 de colher de chá para o rosto (sem orelhas ou pescoço). Na verdade, varia de acordo com a densidade de cada produto, mas o que eu sempre vejo sendo recomendado como uma maneira prática de dosagem seria 1 colher de café para o rosto e 1 de chá para o rosto/pescoço/orelha.

A maioria das pessoas não chega nem perto dos 2 mg/cm², sendo esta a razão para que a recomendação do FPS mínimo indicado pelos dermatologistas tenha passado de 15 para 30. Neste mesmo estudo de onde foram retirados os dados da tabela, encontrou-se que a maioria das pessoas na praia usavam apenas 0,5 mg/cm² de protetor solar. Essa quantidade, além de não proteger, é perigosa por gerar a falsa sensação de que a pessoa está protegida e esta tender a abusar do sol. Uma conseqüência interessante foi observada no estudo: mais pessoas do grupo que passou protetor solar relatou eritemas no dia seguinte (42%) do que no grupo sem protetor (34%). 

Em outro estudo mais recente (de 2010, o Pedro fez um post a respeito), também chegou-se à mesma conclusão de que as pessoas não estavam se protegendo direito e foi sugerido um outro método prático para se atingir a camada ideal de proteção: aplicar o protetor duas vezes, usando em cada uma delas a mesma quantidade que a pessoa já estava acostumada a passar. 


2) É necessário um intervalo de espera entre a aplicação e a medição do FPS.

Assim como no teste, muitas embalagens de protetores vêm com a recomendação de que o produto deve ser aplicado 15-30 minutos antes da exposição. O que acontece nesse período é que parte dos componentes do protetor solar é absorvida pela pele, outra parte evapora e os ativos protetores continuam lá. A conseqüência direta disso é o aumento da concentração de ativos protetores na camada final sobre a pele. Fiz um esqueminha simplificado nas figuras abaixo que talvez ajude a visualizar isso.


Camada inicial do protetor solar sobre a pele, imediatamente após a aplicação.
Camada final de protetor solar, após evaporação de voláteis e absorção.

Note que após esse período de espera há um menor espaçamento entre os ativos, formando-se uma barreira mais eficiente contra a radiação e, conseqüentemente, fornecendo maior proteção.


Voltando à questão do protetor em misturinhas...

Acho, que pelo que foi exposto, já deu para ter idéia de porque fazer misturinha com o protetor acaba não sendo uma idéia tão boa. A misturinha mais comum é de base com protetor, neste caso, o mais comum é que as pessoas apliquem pouco da mistura, geralmente apenas o suficiente para cobrir o rosto e uniformizar o tom da pele. Dificilmente vão utilizar os 2 mg/cm² necessários de protetor porque uma camada muito grossa de produtos com cor não costuma ficar com o acabamento legal. Dessa forma, a proteção fica comprometida.

No caso da moça que misturou primer além da base, é mais improvável ainda que ela use a quantidade correta de protetor. Como a intenção dela é simplificar e fazer 3 passos em um só, o mais provável é que ela queira também resolver tudo aplicando a misturinha em uma quantidade menor do que a soma dos 3 produtos em aplicação individual. Supondo que ela use a proporção 1/2 protetor, 1/4 base e 1/4 primer e aplique a misturinha na mesma quantidade que aplicaria de protetor, ela estará usando só a metade do protetor a que estava acostumada.

Ok, tudo isso é suposição pessimista minha, nem todo mundo reduziria a quantidade total de protetor solar aplicado sobre a pele. Porém, mesmo que no final da aplicação da misturinha se consiga respeitar os 2 mg/cm² do protetor solar, não se tem mais o mesmo FPS original do protetor. Isso porque a misturinha reduziu a concentração do protetor solar.

Se você der o tempo de secagem/absorção, ao final, os ingredientes ativos não terão a mesma concentração que teriam se você tivesse aplicado a camada de protetor apenas. Vai ter um monte de ingredientes da base e do primer ocupando o espaço entre esses ativos e a barreira protetora fica comprometida. Assim sendo, não estão sendo respeitadas as condições nas quais se determinou o FPS do protetor e aquele valor da embalagem já não é mais válido.


Maquiagem com proteção solar

Já que o post começou falando sobre a tentativa da moça de fazer seu substituto para BB cream, vamos falar sobre a maquiagem que alega possuir fator de proteção solar. No caso de produtos cosméticos cuja função principal não é proteção solar, o fator de proteção solar é medido da mesma forma. Seja líquido, cremoso ou em pó, aquele FPS da embalagem foi determinado para os 2 mg/cm² de produto

Como ninguém usa tudo isso de pó ou base por aplicação para não ter um acabamento rebocado e artificial e o FPS desses produtos costuma ser baixo, ao contrário do que alguns maquiadores falam, maquiagem com FPS não substitui protetor solar. É legal esse tipo de produto porque ajuda a complementar a ação do protetor e, na ausência de um produto específico, é melhor do que nada. Usar pó com FPS elevado é um meio bem prático para dar aquele retoque no meio do dia, existem vários produtos específicos para isso.

Tem muita resenha de BB cream onde a a blogueira conta que o produto rende bastante porque com uma camada fina já se consegue ótima cobertura, trata e ainda oferece proteção solar. Que fique bem claro que, do jeito econômico que elas usam, essa última funcionalidade não está realmente sendo desfrutada. Se uma camada mais generosa de BB cream não é uma opção esteticamente viável, é interessante complementar o uso com uma segunda fonte de proteção.

Finalizando a questão desses produtos cuja função principal não é a proteção solar, convém lembrar que, ao contrário dos protetores solares, eles não têm a necessidade de oferecer um mínimo de proteção contra radiação UV-A, a principal responsável pelo envelhecimento precoce. Então, definitivamente, não substituem  um bom protetor solar.


Atualização 16/05/2013:

Para quem quiser se aprofundar no assunto mas tem dificuldades em ler material em inglês, tem uma dissertação de mestrado defendida na USP pelo Sérgio Schalka (especialista em fotoproteção da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)) em 2009 e que trata do assunto deste post: Influência da quantidade aplicada de protetores solares no Fator de Proteção Solar (FPS): Avaliação de dois protetores solares com os mesmos ingredientes em diferentes concentrações.

Tem várias informações interessantes, como a explicação do porquê dos testes serem realizados sempre com base nesses 2 mg/cm² ao invés de uma quantidade menor e mais próxima do que a maioria das pessoas costuma usar (essa é a estimativa para a quantidade de produto necessária para a formação de uma camada uniforme sobre a pele considerando suas microrugosidades). Tem também fotos ilustrando o esse teste para medição do FPS, podendo se ver na pele do voluntário a marca correspondente à dose mínima eritematosa (DME).

Eu gosto mais de ler a dissertação pela riqueza de detalhes, mas um resumo das informações pode ser encontrado neste artigo do mesmo autor da dissertação: Fator de proteção solar: significado e controvérsias.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O tal algodão bom

Apesar de eu já ter feito um post comentando sobre o tal algodão que eu achava bom, me deu vontade de fazer este post comentando novamente o assunto depois de ler um post do blog Coisas de Diva sobre o algodão da Panvel. No post, são mostradas as qualidades do produto e há diversos comentários de leitoras lamentando não ter Panvel onde elas moram, outras mencionando que compram tal produto pela internet e outras mencionando ser tal produto o melhor do mercado.

A questão é que eu acho injusto dizer que algodão da Panvel é o melhor do mercado quando há na verdade muitos outros exatamente idênticos a ele, só mudando o nome da marca. Sim, a Panvel não possui uma fábrica de discos de algodão, ela encomenda o produto do catálogo de alguma empresa e só bota seu nome na hora da venda (assim como a maioria dos lápis de maquiagem nacionais). Essa mesma empresa, além de ter sua marca própria, também vende o mesmo disquinho para diversas outras marcas.

Tinha gente lamentando morar em São Paulo (não tem Panvel aqui) e cogitando comprar pela internet sem nem cogitar que podem ter perto delas alguma marca que venda o disco i-gual-zi-nho. Eu que sou paulista sei de pelo menos 5 marcas disponíveis por aqui.

No meu post antigo, "Panorama dos algodões nacionais", eu mencionei que havia um certo tipo de algodão à venda no mercado nacional e que eu considerava bom. Enquanto a maioria dos discos costuma ser grossa, deformar demais e deixar fiapos pelo rosto, o tal do "bom" é fino, com trama que não deixa fiapos pelo rosto, macio e pouco ou nada deforma durante o uso. Sua identificação visual é fácil: além de mais fino, tem um padrão de listrinhas ao invés de colméia, bolas ou quadradinhos. Uma maneira de não ter dúvidas é olhando o fabricante, independentemente da marca, vinham todos de um mesmo fabricante, a Flexicotton Ind. e Com. de Produtos Pessoais, uma empresa de Santa Catarina e única fabricante nacional que usa a tecnologia Water Jet, a qual permite que a trama não desfie durante o uso. É dela que a Panvel compra.

Abaixo, mostro a foto do algodão da Panvel, retirada do citado post do Coisas de Diva:

Algodão da Panvel. (Fonte: Blog Coisas de Diva)
Agora, observem estas fotos de duas outras marcas, Bellacotton e York:

Comparação entre os discos das marcas Bellacotton e York

Vocês conseguem ver alguma diferença entre eles? E deles em relação ao da Panvel? Não tem como, são iguais. Assim como o da Panvel, essas duas marcas possuem discos com o que eles chamam  de tecnologia "duo face", onde cada face possui uma textura, de um lado rugosa/com listras, do outro, liso. Para não ficar repetitivo, segue a comparação para apenas uma das marcas:

Comparação entre as faces do disco.
Como dito, para não ter dúvidas de que saíram todas do mesmo fabricante, basta olhar a embalagem:

Acima, a embalagem do York, abaixo, o da Bellacotton.
É curioso notar que até o texto falando da tecnologia "duo face" é igual em ambas as marcas, como se vê na foto abaixo (ignore o estado detonado da embalagem do York, soquei ele dentro da necessaire antes de viajar e ele ficou assim).

Menção à tecnologia Duo Face. Acima York, abaixo Bellacotton.

A saber, a Bellacotton é a marca própria da Flexicotton. E convém tomar nota que a York até pouco tempo atrás tinha uns discos de algodões ruinzinhos, dessa forma, na dúvida se o que encontrou na farmácia é do novo ou a versão antiga, olhe o fabricante. A Flexicotton vende para diversas marcas próprias de mercados e farmácias, além dessas duas que eu mostrei no post, conheço as marcas Equate (rede Wal Mart), Dauf (rede de farmácias Pague Menos), Carrefour e Dia (as redes de mercado). Se procurar acha mais por aí.


Algodão Turco

Pouco tempo depois do primeiro post de algodões, comecei a reparar em um outro tipo parecido que apareceu para fazer concorrência aos da Flexicotton, os importados da Turquia. Algumas marcas que compravam da Flexicotton mudaram para o importado, mas este em minha opinião possui qualidade um pouco inferior. São exemplos de importados da Turquia os discos das marcas Prada e Ricca Salon.

Esse importado também é fino, duo face (mas bem mais discreta a diferença entre as faces), macio e não desfia durante o uso, mas eu acho que perde uns pontinhos por não ter sua trama tão estável quanto o da Flexicotton. Também tem padronagem de risquinhos, mas um pouco diferente da citada empresa nacional, na foto abaixo dá para ver isso:




Novamente, na dúvida, olhe a embalagem para verificar quem o produziu. Segue foto abaixo mostrando detalhe da embalagem do Ricca Salon no qual é possível identificar sua origem.

Detalhe da embalagem dos discos de algodão Ricca Salon.

Segue uma foto comparativa entre o Flexicotton e o turco, dá para ver o que eu quero dizer com relação ao nacional ser melhor por ter a trama mais firme e deformar menos durante o uso.


Comparação da deformação dos discos após o uso para aplicação de tônico.

Havendo as duas opções eu dou preferência ao nacional mas, para quem não encontra nenhuma marca que o venda, o importado da Turquia não deixa de ser uma boa opção de compra também. Eu costumo alternar entre os dois tipos de acordo com o que encontro disponível para compra.

Se você conhecer mais marcas que se encaixem em uma dessas duas categorias, compartilhe nos comentários. :)

(Caso alguém ache estranho eu ter tantas marcas de disco de algodão em casa, me explico: eu odeio os discos de algodão nacionais não mencionados neste post, dessa forma, como nem sempre os que eu gosto estão disponíveis na farmácia/mercado mais próximo, tenho o costume de fazer estoque quando encontro algum deles à venda para não correr o risco de ficar sem).

Atualização 29/04/2013: Se você ainda não se convenceu de que o algodão da Panvel é mesmo fabricado pela citada empresa, segue uma matéria publicada poucos dias depois desta postagem na qual é mencionado que a Panvel e várias outras marcas citadas no post são clientes da Flexicotton. Para ler, clique aqui.

domingo, 21 de abril de 2013

Sinal de vida


Oi gente!

*Envergonhada pelo sumiço.*

Como devem ter percebido, o blog andou meio às moscas já faz um tempinho, sem postagens ou agilidade na liberação e respostas de comentários. Na verdade, passei um tempo sem usar computador próprio e nem acessando internet regularmente, como não gosto de fazer coisas do blog em computador alheio, o blog acabou ficando um tempo às moscas, principalmente depois do dia 9 de Março. Para piorar, essa situação se prolongou um pouco mais do que eu esperava, então nem aviso prévio eu deixei porque eu nem esperava que fosse durar tanto.

Nesse meio tempo,às vezes conseguia liberar comentários e até responder alguns, mas tanto o blog quanto o twitter ficaram meio às moscas. Nos últimos dias voltei à situação normal, liberei comentários que estavam na moderação e procurei responder a todos que estavam sem resposta (não sei se consegui).

A partir de hoje, o blog volta ao normal, sem demora na liberação de comentários e respostas e com postagens de vez em quando, idem para as atividades do Twitter.

Ah, notinha para a moça que perguntou se eu podia ajudá-la em seu TCC mas não deixou contato: caso ainda tenha interesse, mande uma mensagem para o e-mail do blog que eu posso passar algum material que acho que possa ser interessante.

:-)